domingo, 4 de dezembro de 2016

Pudim de Maria Mole



Ingredientes:
- 2 caixinhas de mistura para Maria Mole;
- 1 lata de leite condensado;
- 2 caixinhas de creme de leite;
- 1 garrafinha de leite de côco.

Modo de fazer:
Dissolva o conteúdo das caixinhas de mistura para Maria Mole em 250g de água fervente. Junte aos outros ingredientes e bata no liquidificador por aproximadamente 3 minutos. Molhe uma forma de silicone, coloque o líquido dentro e leve à geladeira por aproximadamente 6 horas. Está pronto!
Você pode fazer uma calda de frutas para acompanhar o pudim ou servi-lo sozinho. Bom apetite!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O EX-COVARDE - Nelson Rodrigues

Entro na redação e o Marcelo Soares de Moura me chama. Começa: - "Escuta aqui, Nelson. Explica esse mistério." Como havia um mistério, sentei-me. Ele começa: - "Você, que não escrevia sobre política, por que é que agora só escreve sobre política?" Puxo um cigarro, sem pressa de responder. Insiste: - "Nas suas peças não há uma palavra sobre política. Nos seus romances, nos seus contos, nas suas crônicas, não há uma palavra sobre política. E, de repente, você começa suas "confissões". É um violino de uma corda só. Seu assunto é só política. Explica: - Por quê?"

Antes de falar, procuro cinzeiro. Não tem. Marcelo foi apanhar um duas mesas adiante. Agradeço. Calco a brasa do cigarro no fundo do cinzeiro. Digo: - "É uma longa história." O interessante é que outro amigo, o Francisco Pedro do Couto, e um outro, Permínio Ásfora, me fizeram a mesma pergunta. E, agora, o Marcelo me fustigava: - "Por quê?" Quero saber: - "Você tem tempo ou está com pressa?" Fiz tanto suspense que a curiosidade do Marcelo já estava insuportável.

Começo assim a "longa história": - "Eu sou um ex-covarde." O Marcelo ouvia só e eu não parei mais de falar. Disse-lhe que, hoje, é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a tv. Quase tudo e quase todos exalam abjeção.

Marcelo interrompe: - "Somos todos abjetos?" Acendo outro cigarro: - "Nem todos, claro." Expliquei-lhe o óbvio, isto é, que sempre há uma meia dúzia que se salve e só Deus sabe como. "Todas as pressões trabalham para o nosso aviltamento pessoal e coletivo." E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso.

O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. Diria Marcelo que estou fazendo uma caricatura até grosseira. Nem tanto, nem tanto. Mas o medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Fomos nós que fabricamos a "Razão da Idade". Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total.

Sim, os pais têm medo dos filhos, os mestres dos alunos. O medo é tão criminoso que, outro dia, seis ou sete universitários curraram uma colega. A menina saiu de lá de maca, quase de rabecão. No hospital, sofreu um tratamento que foi quase outro estupro. Sobreviveu por milagre. E ninguém disse nada. Nem reitores, nem professores, nem jornalistas, nem sacerdotes, ninguém exalou um modestíssimo pio. Caiu sobre o jovem estupro todo o silêncio da nossa pusilanimidade.

Mas preciso pluralizar. Não há um medo só. São vários medos, alguns pueris, idiotas. O medo de ser reacionário ou de parecer reacionário. Por medo das esquerdas, grã-finas e milionários fazem poses socialistas. Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário. É o medo que faz o Dr. Alceu renegar os dois mil anos da Igreja e pôr nas nuvens a "Grande Revolução" russa. Cuba é uma Paquetá. Pois essa Paquetá dá ordens a milhares de jovens brasileiros. E, de repente, somos ocupados por vietcongs, cubanos, chineses. Ninguém acusa os jovens e ninguém os julga, por medo. Ninguém quer fazer a "Revolução Brasileira". Não se trata de Brasil. Numa das passeatas, propunha-se que se fizesse do Brasil o Vietnã. Por que não fazer do Brasil o próprio Brasil? Ah, o Brasil não é uma pátria, não é uma nação, não é um povo, mas uma paisagem. Há também os que o negam até como valor plástico.

Eu falava e o Marcelo não dizia nada. Súbito, ele interrompe: - "E você? Por que, de repente, você mergulhou na política?" Eu já fumara, nesse meio-tempo, quatro cigarros. Apanhei mais um: - "Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc, etc. Na guerra, ouvi um comunista dizer, antes da invasão da Rússia: - "Hitler é muito mais revolucionário do que a Inglaterra." E eu, por covardia, não disse nada. Sempre achei que a história da "Grande Revolução", que o Dr. Alceu chama de "o maior acontecimento do século XX", sempre achei que essa história era um gigantesco mural de sangue e excremento. Em vida de Stalin, jamais ousei um suspiro contra ele. Por medo, aceitei o pacto germano-soviético. Eu sabia que a Rússia era a antipessoa, o anti-homem. Achava que o Capitalismo, com todos os seus crimes, ainda é melhor do que o Socialismo e sublinho: - do que a experiência concreta do Socialismo.

Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Primeiro, foi em 1929, no dia seguinte ao Natal. Às duas horas da tarde, ou menos um pouco, vi meu irmão Roberto ser assassinado. Era um pintor de gênio, espécie de Rimbaud plástico, e de uma qualidade humana sem igual. Morreu errado ou, por outra, morreu porque era "filho de Mário Rodrigues". E, no velório, sempre que alguém vinha abraçar meu pai, meu pai soluçava: - "Essa bala era para mim." Um mês depois, meu pai morria de pura paixão. Mais alguns anos e meu irmão Joffre morre. Éramos unidos como dois gêmeos. Durante 15 dias, no Sanatório de Correias, ouvi a sua dispnéia. E minha irmã Dorinha. Sua agonia foi leve como a euforia de um anjo. E, depois, foi meu irmão Mário Filho. Eu dizia sempre: - "Ninguém no Brasil escreve como meu irmão Mário." Teve um enfarte fulminante. Bem sei que, hoje, o morto começa a ser esquecido no velório. Por desgraça minha, não sou assim. E, por fim, houve o desabamento de Laranjeiras. Morreu meu irmão Paulinho e, com ele, sua esposa Maria Natália, seus dois filhos, Ana Maria e Paulo Roberto, a sua sogra, D. Marina. Todos morreram, todos, até o último vestígio.

Falei do meu pai, dos meus irmãos e vou falar também de mim. Aos 51 anos, tive uma filhinha que, por vontade materna, chama-se Daniela. Nasceu linda. Dois meses depois, a avó teve uma intuição. Chamou o Dr. Sílvio Abreu Fialho. Este veio, fez todos os exames. Depois, desceu comigo. Conversamos na calçada do meu edifício. Ele foi muito delicado, teve muito tato. Mas disse tudo. Minha filha era cega.

Eis o que eu queria explicar a Marcelo: - depois de tudo que contei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: - "Sou um ex-covarde." É maravilhoso dizer tudo. Para mim, é de um ridículo abjeto ter medo das Esquerdas, ou do Poder Jovem, ou do Poder Velho ou de Mao Tsé-tung, ou de Guevara. Não trapaceio comigo, nem com os outros. Para ter coragem, precisei sofrer muito. Mas a tenho. E se há rapazes que, nas passeatas, carregam cartazes com a palavra "Muerte", já traindo a própria língua; e se outros seguem as instruções de Cuba; e se outros mais querem odiar, matar ou morrer em espanhol - posso chamá-los, sem nenhum medo, de "jovens canalhas".
(Nelson Rodrigues)


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Resenha: MENTES CONSUMISTAS - Ana Beatriz Barbosa Silva

Nesta semana terminei de ler o livro MENTES CONSUMISTAS, da médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva. Decidi ler a obra porque me interesso por Psicologia e por Marketing, e os distúrbios do espectro do TOC me atraem bastante, já que adoro a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), abordagem terapêutica que mais produz resultados positivos hoje em dia no tratamento de compulsões e afins. Entretanto, fiquei um pouco decepcionada com a leitura. Tive a impressão de que o livro todo foi um repeteco das aulas de doutrinação marxista que tive no colégio e na faculdade e, no final, não aprendi nada novo sobre o tema "Compulsão por Compras". Fiquei triste! :(




Ao longo da obra, a autora expõe os malefícios do Capitalismo e da sociedade consumista atual. Explicou em detalhes como o sistema impele as pessoas a comprarem cada vez mais, preenchendo seu vazio interior com produtos que as campanhas publicitárias afirmam serem imprescindíveis para nossa felicidade. Falou sobre o fascínio que os shoppings centers exercem sobre os seres humanos e sobre a auto-exposição das pessoas nas redes sociais. Enfim, a impressão que tive é que somos todos seres acéfalos, sem senso crítico e sem vontade própria, prestes a sucumbir à próxima campanha publicitária que os malvados marketeiros elaboraram para nos dominar.
Ok, concordo que a sociedade é injusta, que existem pessoas que consomem muito mais do que necessitam e que é evidente que hoje em dia a maioria dos humanos se importa muito mais com sua aparência do que com sua essência. Mas será que TODOS são assim? Será que as pessoas são tão bobas, tão inocentes, tão prontas a serem enganadas, sem menor senso crítico? Será que ter o prazer de comprar algo pelo qual você trabalhou MUITO é um pecado tão grande, tão abominável? E será que o dinheiro é tão nojento assim? Sei lá... Achei tudo muito radical, muito extremo.
Fiquei esperando ansiosamente a parte onde as estratégias terapêuticas ligadas à TCC seriam discutidas, mas tivemos apenas um TOP 10 muito sucinto dando pequenas "dicas" para as pessoas que suspeitam ter uma compulsão por compras. Fiquei esperando alguns estudos de caso, mas não houve nenhum. Enfim, pra mim o livro foi mais um tratado sociológico/cultural/econômico do que uma discussão mais prática sobre o tema "Mentes Consumistas".
Apesar dessas ressalvas, a autora escreve bem. Usa o estilo coloquial de maneira simples, altamente compreensível, utiliza algumas metáforas criativas e, através de seu texto, fica evidente que se trata de uma pessoa de ampla cultura. O livro é interessante mas não entregou o que prometeu, ou seja, maiores esclarecimentos a respeito do tema. É uma pena!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Qual é o problema da INGRATIDÃO?

Atualmente, está muito na moda a palavra GRATIDÃO. Diversas filosofias orientais têm discorrido a respeito dos benefícios de sermos gratos às coisas e pessoas que passam por nossas vidas, sejam elas boas ou ruins. Concordo que devemos ser gratos e agradecer a tudo aquilo que nos acontece, pois mesmo os eventos vistos como "negativos" trazem consigo suas lições e oportunidades de aprendizado.
Porém, qual é o problema em ser ingrato? Algo de ruim pode nos acontecer caso nos esqueçamos de agradecer?



Pensando nessa questão por uma abordagem mais cognitiva, o fato de agradecer às coisas muda nosso foco, fazendo com que uma grande tragédia ou dificuldade seja vista de maneira mais tranquila. Se acontece algo de grave comigo, ajusto o meu foco de interpretação para algo mais fortalecedor, não me deixando levar pela depressão, pelo rancor ou pela revolta. Vendo os eventos de maneira mais otimista, mas sem distorcer a realidade, consigo reunir meus recursos internos para dar a volta por cima.

E quando escolho interpretar tudo da pior maneira possível? Quando decido ver tudo de maneira negativa, sempre colocando meu foco naquilo que está ruim, naquilo que está faltando? O que posso esperar?
É evidente que me sentirei péssima, revoltada, desgostosa, sempre achando que a vida é injusta comigo. Quando decido focar no pior, não posso esperar sentir paz, alegria ou tranquilidade. É lógico que estarei programando a minha mente para me sentir absolutamente miserável, numa postura vitimista e rancorosa.

A Terapia Cognitivo-Comportamental diz que a Depressão possui um tripé básico. A pessoa deprimida:
1) Vê a si mesma com uma visão extremamente negativa: sente culpa, rancor, desprezo e aversão por quem é;
2) Vê o mundo e as outras pessoas como algo horrível, perigoso e indigno de confiança;
3) Não acredita que o futuro possa ser positivo ou feliz.
Pronto! Temos aí a receita para a Depressão!




E o que a Ingratidão tem a ver com isso?
Se você vê tudo de maneira negativa, não conseguindo relaxar e aproveitar os pequenos momentos de felicidade que ocorrem de vez em quando, certamente se tornará uma pessoa vulnerável à Depressão. Pessoas que não se contentam com o que têm, que sempre colocam um "porém" em qualquer coisa, dificilmente se sentirão plenas e satisfeitas algum dia. Por exemplo: imagine uma pessoa que vai viajar para uma bela praia. No caminho até o local, ela se concentra em tudo de negativo que puder acontecer: o trânsito carregado, o calor dentro do carro, a vontade de fazer xixi, a longa fila do caixa do posto de gasolina, a música ruim que está tocando no rádio, a distância de casa até o litoral e por aí vai. Chegando lá, não consegue relaxar e curtir o lugar. Vai ficar procurando mais defeitos em tudo e em todos. Caso as acomodações sejam satisfatórias e tudo esteja fluindo a contento, nossa personagem vai dar um jeito de arranjar uma briguinha com alguém. Ou seja, sempre vai haver um defeito, uma falha, um problema, algo muito irritante que a pessoa fará QUESTÃO de expressar em voz alta! O indivíduo se torna um rabugento profissional!

Pessoas mais tolerantes à frustração conseguem se concentrar no lado positivo das coisas e situações de maneira mais fácil. Já as pessoas que foram mimadas, que se acham especiais demais para viver como os outros mortais vivem, sempre exigindo que tudo esteja perfeito para que elas se sintam satisfeitas, tenderão a reclamar mais e mais e mais, sempre deixando claro seu descontentamento e desprazer.

O que fazer, então?
Se você se identificou com essa postura negativista, tente agradecer as pequenas coisas que lhe acontecem, por menores que elas sejam. Agradeça ao café saboroso que está à sua frente, agradeça ao fato de ter pernas e braços perfeitos, agradeça a chance de poder tomar banho todos os dias. Resista ao impulso de reclamar, criticar, desmerecer. Tente perceber que a vida não é só feita de prazeres, alegrias, diversões. Fazer as coisas chatas, rotineiras, burocráticas não é nada de mais, é apenas a prova de que você é uma pessoa comum, como todas as outras. Acostume-se a receber um NÃO de vez em quando, isso não é nenhuma tragédia. Agindo assim, você levará a vida com mais leveza e disposição para superar as contrariedades que acontecem para todos nós, seres humanos. Perceba que desenvolver o hábito da Gratidão não é uma bobagem filosófica da moda, mas sim uma estratégia de Inteligência Emocional que pode poupar a você e às pessoas que lhe rodeiam muito sofrimento e diversos desentendimentos!

sábado, 9 de julho de 2016

O LIVRO DA VIDA - Ferramenta de Coaching

Esta ferramenta simples de Coaching pode provocar reflexões profundas acerca de nossas metas, objetivos e escolhas. Responda às perguntas a seguir da maneira mais sincera possível, e depois analise com calma as respostas que deu. Será que você está vivendo uma vida que vale a pena ser vivida?




O LIVRO DA VIDA


1) Se sua vida fosse um livro, qual nome estaria na capa? Por quê?

2) Qual o nome do capítulo que você está vivendo? Por quê?

3) Onde você se encontra nesse capítulo da sua vida?

4) Qual o nome do próximo capítulo da sua vida? Onde você quer chegar?

5) Quais decisões você tem adiado na sua vida?

6) Quais características da sua personalidade você tem tentado melhorar, mas não tem conseguido?

7) O que acontece em sua vida que impacta, direta ou indiretamente, na conquista da sua felicidade?

8) O que acontece em sua vida que impacta, direta ou indiretamente, na conquista do seu sucesso?

9) Qual é a alavanca da sua vida hoje? Qual a pequena mudança que trará o maior número de resultados?

10) O que você vai fazer?

11) Como vai fazê-lo?

12) Quando vai fazê-lo?

quinta-feira, 7 de julho de 2016

A ARTE DA SEDUÇÃO - Robert Greene

Um excelente livro para quem quer saber mais sobre técnicas de persuasão e marketing aplicadas aos relacionamentos humanos é o fabuloso A ARTE DA SEDUÇÃO, de Robert Greene.





O livro é dividido em:

Parte I

- A Personalidade Sedutora: várias personas masculinas e femininas são examinadas, citando diversos personagens históricos como exemplo. Você aprenderá a ressaltar suas melhores qualidades para conquistar a admiração e o amor das pessoas;
- A Teoria da Vítima: 18 tipos de "vítimas" são examinados e discutidos. Você aprenderá a reconhecer as verdadeiras necessidades das pessoas que deseja conquistar.

Parte II
- O Processo Sedutor: o processo de sedução é descrito passo a passo, sempre com exemplos e explicações detalhadas.

Quer saber mais?
Assista à resenha em vídeo:

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O que é Tarot Terapêutico?

Quando se fala em Tarot, a maioria das pessoas pensa em previsões, adivinhação ou misticismo. Afinal, quem é que nunca teve um pouquinho de curiosidade para saber o que o futuro reserva? Entretanto, o jogo de Tarot também pode ser usado de maneira terapêutica. Diversas técnicas de disposição podem nos ajudar em nosso processo de Autoconhecimento, além de oferecer um excelente aconselhamento em nossas questões pessoais.



Depois das pesquisas de Carl Gustav Jung, o pai da Psicologia Analítica, o jogo de Tarot passou a ser visto e estudado de maneira mais séria. Hoje em dia, diversos estudiosos consideram esse oráculo como um fantástico conjunto simbólico, onde os Arquétipos codificados por Jung são representados de maneira artística e lúdica. Sendo assim, o Tarot é uma ponte que liga o consciente ao inconsciente, e por isso pode ser usado terapeuticamente para a identificação e tratamento de diversas questões em nossas vidas.




Em uma consulta de Tarot Terapêutico, você poderá enxergar as situações que está vivendo sob várias perspectivas, fazendo uma reflexão sobre como sua conduta poderá interferir no desenvolvimento dos acontecimentos. O Tarot possibilita uma vasta visão acerca de nossa realidade presente, nos ajudando a enxergar as coisas e as pessoas de maneira mais clara. Além disso, seu caráter aconselhatório é muito forte, e você receberá uma orientação sobre como regular suas atitudes para alcançar seus objetivos de maneira rápida e efetiva. Você poderá fazer as perguntas que desejar e esclarecer todas as suas dúvidas sobre as diferentes áreas da sua vida: amor, trabalho, estudos, profissão, saúde, família, vida espiritual... Enfim, poderá perguntar sobre o que quiser!




Nosso futuro não está pré-determinado, nós construímos nossa realidade dia a dia. Você é o senhor da sua vida e tem o direito de conduzir as coisas de maneira inteligente e perspicaz. Você pode e deve usar o Tarot como uma ajuda em sua caminhada, aprendendo a decodificar os sinais que o seu inconsciente lhe manda para facilitar a execução de todos os seus planos. Aproveite!


Quer saber mais? Assista ao vídeo: 

domingo, 26 de junho de 2016

Pizza Pan Caseira





- ½ kg de farinha de trigo;

- 25g de fermento fresco;

- 1 ½ xícara (chá) de água morna;

- 1 colher (sopa) de azeite;

- ½ colher (chá) de sal.

Dilua o fermento na água morna. Acrescente o sal e o azeite e, em seguida, a farinha. Sove a massa e depois, deixe-a descansar até crescer. Abra em forma de disco e coloque a cobertura de sua preferência.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Como ler ARTIGOS CIENTÍFICOS

Muitas pessoas se embananam na hora de ler um Artigo Científico. Esse gênero, por sua natureza, contém um número muito grande de informações a serem lidas, entendidas e internalizadas. Por isso, o leitor pode se confundir se não tiver uma boa estratégia de leitura.




De acordo com Keshav (2007), podemos dividir o processo de leitura em 3 etapas:

1) Ter uma ideia geral sobre o artigo
Trata-se de uma leitura rápida, onde prestamos atenção na estruturação do artigo (título, subtítulo, objetivos, etc), de maneira superficial.

2) Compreender o conteúdo do artigo, mas não seus detalhes
Nesta fase, vamos ler o artigo todo e grifar o que for importante ou relevante. Podemos também fazer anotações. Devemos observar atentamente os gráficos e figuras, pois eles são elementos essenciais para o bom entendimento do texto.

3) Compreender o artigo em profundidade
Depois das duas fases anteriores, devemos ler o artigo novamente, fazendo anotações, fichamentos ou esquemas. Podemos também fazer um resumo. É nessa fase que o entendimento do texto é solidificado.

Quer uma explicação mais detalhada? 
Assista ao vídeo:


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Como fazer o FICHAMENTO de um texto

Para deixar suas leituras mais organizadas e acessíveis, que tal fazer o FICHAMENTO dos textos que você lê?



O fichamento nada mais é do que uma forma organizada de registrar as informações obtidas na leitura de um texto ou de um livro. Seu fichamento pode conter:


 
Temos, basicamente, 3 tipos de fichamento. São eles:

1) FICHAMENTO TEXTUAL (de resumo ou de conteúdo): capta a estrutura do texto, citando suas partes principais, argumentos, justificativas, exemplos, etc. É um pequeno resumo do que foi lido. Exemplo:



2) FICHAMENTO TEMÁTICO (de transcrição ou de citação): é a transcrição literal de um trecho estudado, com citação obrigatória da fonte. Exemplo:


3) FICHAMENTO BIBLIOGRÁFICO (de comentário ou crítico): é uma pequena resenha onde uma visão crítica da leitura é registrada. Exemplo:



Quer uma explicação mais detalhada? Assista ao vídeo:


terça-feira, 17 de maio de 2016

Método de Leitura de Tarot: O PONTO CEGO/JANELA DE JOHARI

O método de leitura de Tarot conhecido como O PONTO CEGO tem como objetivo o Autoconhecimento. Desenvolvido pelo estudioso alemão Hajo Banzhaf, tem como referência um esquema usado em Psicologia chamado A JANELA DE JOHARI ou O ESPELHO DE JOHARI. 




Trata-se de um jogo com quatro posições, onde cada uma delas vai representar:

Posição 1 - Identidade Pessoal
Posição 2 - O Grande Desconhecido
Posição 3 - A Sombra
Posição 4 - O Ponto Cego






 
Quer saber mais? Assista ao vídeo:


quinta-feira, 12 de maio de 2016

É possível ser amigo(a) do(a) EX?

Muita gente me pergunta se, na minha opinião, penso que é possível que uma pessoa continue amigo(a) do(a) EX. A resposta é: DEPENDE. Basicamente, uma possível amizade entre pessoas que já se amaram e já tiveram um relacionamento no passado vai depender de três fatores:

1- O motivo pelo qual o relacionamento terminou;
2 - Como o relacionamento terminou;
3- A personalidade dos envolvidos.




Dependendo da relação entre esses três fatores, um ex-casal, pode, perfeitamente, continuar amigo. Mas a pergunta que não quer calar é: isso é mesmo necessário? É saudável? É produtivo?

Muitas vezes, a intenção de se continuar amigo(a) do(a) EX é somente vaidade, é apenas um modo de mostrar que você é civilizado, evoluído, desprendido e, é claro, superior. Muita gente se machuca com essa "amizade" e acaba fazendo coisas que não gostaria de fazer só pra manter uma aparência de superioridade. Entretanto, cada caso é um caso e não convém generalizar. Existem casais que conseguem superar a separação sem deixar o ódio e o ressentimento como legado eterno.


Assista ao vídeo para saber mais sobre essa discussão:

  

Recentemente terminei de escrever o livro Como esquecer quem não te merece, um guia prático para quem quer e precisa superar uma separação de maneira rápida e objetiva. Nessa obra, diversas ferramentas foram disponibilizadas para que possamos superar mais facilmente um rompimento amoroso. Com a ajuda da Terapia Cognitivo-Comportamental e da Programação Neurolinguística, o sofrimento que decorre de uma separação mal elaborada pode ser abreviado, ajudando assim a pessoa a retomar as rédeas da própria vida de maneira mais tranquila e natural.
(Texto: LIGIA GUELFI)




- Assista a alguns vídeos sobre o tema em nosso canal do YouTube:  https://www.youtube.com/playlist?list=PLIAoLtb8NRbtmte6htbybFnLMa12e4hzh

Por que não consigo falar Inglês após ANOS de curso?

Muita gente reclama por não conseguir se expressar oralmente em Inglês. Após anos de cursos, aulas, livros de atividades lúdicas e todo tipo de tentativas, às vezes o aluno realmente não consegue falar muito bem. Pode acontecer de a pessoa conseguir entender bem um texto na leitura, ou então ter facilidade para ouvir, para compreender o que os outros estão dizendo, mas quando chega a hora de soltar a língua e efetivamente FALAR, hummmm... a coisa se complica!




Existem pessoas que pensam que essa inabilidade na fala é apenas um problema de cognição, ou seja, burrice. Não, não é! Muitos fatores podem influir nessa dinâmica, e é claro que ninguém é burro ou incapaz. O que ocorre é que, muitas vezes, o estudante está aprendendo com um método inadequado ao seu modo de aprendizado ou então as 4 Habilidades Linguísticas não estão sendo trabalhadas com a mesma atenção. 

Quer entender melhor como esse processo de aprendizagem acontece e como ele pode melhorar? Assista ao vídeo:


segunda-feira, 9 de maio de 2016

Como fazer visualizações mais eficazes

Você tem dificuldades para fazer Visualizações?





Visualização é uma imagem mental que podemos, criando em nossa mente uma cena ou um quadro parado de alguém ou algo. É como se fosse um "filminho" imaginário, onde podemos nos ver projetados agindo de uma certa forma e com uma determinada aparência que nos agrade.
As visualizações são um recurso daqueles que estudam o Mentalismo, ou ainda, a Lei da Atração. Porém, nos últimos anos, esse exercício mental também obteve o aval da Ciência, e se tornou parte das estratégias adotadas por várias abordagens terapêuticas, como a PNL (Programação Neurolinguística) e a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental).
Existem diversas escolas esotéricas que usam a Visualização Criativa para imprimir imagens positivas e incentivadoras em nosso inconsciente. Entretanto, diversas pessoas têm dificuldades para visualizar. Distração, falta de relaxamento, ausência de prática ou desconhecimento sobre o tema podem ser as causas de tal dificuldade.




Assista ao vídeo e saiba mais detalhes sobre o assunto:

sábado, 30 de abril de 2016

Resenha: SOBRE O BEHAVIORISMO (B.F.Skinner)

Um ótimo livro para quem quer saber mais sobre a Ciência do Comportamento é SOBRE O BEHAVIORISMO, do nosso querido Skinner:




Nesta obra, o autor elucida muitos preconceitos acerca do Behaviorismo, explicando de maneira clara e didática seus principais conceitos. Ideal para estudantes de Psicologia, este livro traz uma vasta gama de informações que podem fazer o leitor mudar seus conceitos a respeito desta abordagem terapêutica tão amada e tão odiada por diversas pessoas no mundo todo.


  

Boa leitura!!! :)

domingo, 24 de abril de 2016

3 sinais de que você ainda não esqueceu seu (sua) EX

Final de relacionamento é uma coisa complicada, não é mesmo? Sentimos tristeza, amor, ódio, desamparo, culpa, arrependimento, carência, tudo misturado. Fica difícil enxergar as coisas objetivamente nessa fase, afinal, é normal sentirmos uma baita confusão mental. 




Veja 3 sinais que podem indicar que você ainda não conseguiu esquecer seu (sua) EX:

1 - Você segue seu (sua) EX obsessivamente nas redes sociais
Hoje em dia, como as pessoas costumam se expor bastante na Internet, fica fácil saber o que o (a) EX anda fazendo por aí. Seguir a pessoa que tanto lhe magoou todos os dias, com um interesse mórbido, é sinal de que você ainda não conseguiu se desapegar desse ser. Será que isso é produtivo? Será que não atrapalha a sua recuperação e, consequentemente, a superação do rompimento amoroso?

2 - Você se esforça para frequentar os lugares que o (a) EX frequenta
É claro que você não precisa deixar de frequentar os lugares que lhe agradam, mas se esforçar para frequentar os mesmos lugares que o (a) EX frequenta na intenção de tentar forjar um encontro "casual" é sinal de que você ainda não esqueceu o (a) ex-parceiro (a). Por que você faz tanta questão de encontrar com essa pessoa? Examine bem suas intenções e seja honesto com você mesmo.

3 - Você força uma amizade suspeita com os parentes e amigos do (a) EX
Se você é amigo (a) dos parentes do seu EX, tente não ficar colhendo informações e nem tentando passar recados indiretos a quem tanto lhe decepcionou. Usar os outros como garotos de recados é uma coisa muito, muito feia. Tente separar o joio do trigo, mantendo somente as amizades sinceras, sem tentar manipular ninguém a seu favor. Afinal, você quer ter AMIGOS, não ALIADOS, certo?

Quer saber mais? Assista ao vídeo onde dou maiores detalhes sobre o tema:


  

Recentemente terminei de escrever o livro Como esquecer quem não te merece, um guia prático para quem quer e precisa superar uma separação de maneira rápida e objetiva. Nessa obra, diversas ferramentas foram disponibilizadas para que possamos superar mais facilmente um rompimento amoroso. Com a ajuda da Terapia Cognitivo-Comportamental e da Programação Neurolinguística, o sofrimento que decorre de uma separação mal elaborada pode ser abreviado, ajudando assim a pessoa a retomar as rédeas da própria vida de maneira mais tranquila e natural.
(Texto: LIGIA GUELFI)




- Assista a alguns vídeos sobre o tema em nosso canal do YouTube:  https://www.youtube.com/playlist?list=PLIAoLtb8NRbtmte6htbybFnLMa12e4hzh

terça-feira, 19 de abril de 2016

Testei: GLICOPAN PET para Reconstrução Capilar

Há alguns meses venho usando o GLICOPAN PET, que é um suplemento vitamínico de uso veterinário, para fazer sessões de reconstrução em meus cabelos. Qual foi o resultado? EXCELENTE!!! :D




A primeira vez que ouvi falar sobre essa história de passar Glicopan no cabelo, fiquei com medo. Porém, como eu estava com os fios absurdamente detonados por conta de uma progressiva mal feita, achei que valia a pena correr o risco. Apliquei e deu super certo! Já faço esse processo há uns 7 meses e até agora não tive nenhum problema. 

Como usar?

Misture uma tampinha de Glicopan Pet a umas 3 colheres (sopa) do seu creme de hidratação preferido. Aplique no cabelo lavado com shampoo antirresíduos e deixe agir por 20 minutos, massageando e enluvando todas as mechas. Retire a misturinha enxaguando os fios com água abundante e finalize como de costume. Repita a operação de 15 em 15 dias.

Algumas pessoas reclamam do cheiro do produto, mas não achei tão ruim assim. Tem cheiro de ração de cachorros/gatos, só isso. O cheiro sai na lavagem seguinte, não é nada do outro mundo.

Nunca usei o produto puro, sem o creme de hidratação, portanto não posso dizer se dá certo ou errado. Também sempre respeitei o tempo de pausa, ou seja, 20 minutos apenas. Não sei o que pode acontecer caso a pessoa deixe a mistura no cabelo por mais tempo.

Pra mim, essa novidade deu super certo! Pretendo continuar fazendo a reconstrução em casa com Glicopan, afinal, estamos em crise e não dá pra pagar uma fortuna reconstruindo os cabelos no salão! rs

Vale a pena tentar!!!


sábado, 16 de abril de 2016

Como aprender Inglês com Música - ATIVIDADE 05 - FINAL

E chegamos ao final da série COMO APRENDER INGLÊS COM MÚSICA. Nossa atividade final é uma atividade bem simples, que pode ser executada por alunos do básico, intermediário e avançado.




É muito simples: escolha uma canção e numere seus versos, como no exemplo:

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Depois, pegue a tradução desta música, embaralhe as frases e coloque um parêntese em frente a cada verso:

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O aluno terá, simplesmente, que associar cada verso com sua respectiva tradução. Fácil, né?

Veja maiores detalhes e explicações no vídeo:

 


E aqui se encerra nossa série. Espero que tenha sido útil e que você tenha melhorado sua relação com o Inglês. Obrigada pela audiência!!! :D

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Resenha: PROSPERIDADE - Fazendo amizade com o dinheiro - Lair Ribeiro

Um ótimo livro para quem quer reprogramar suas crenças e conceitos a respeito da Prosperidade é a obra de Lair Ribeiro:




O livro, baseado em PNL (Programação Neurolinguística), vai propor diversos exercícios para que você identifique e mude suas crenças limitantes e enfraquecedoras. Em linguagem fácil e simples de ser entendida, o autor discorre sobre como podemos nos sabotar em relação à nossa vida financeira. 

Muitas vezes, temos sentimentos dúbios em relação ao dinheiro: ao mesmo tempo que queremos prosperar financeiramente, sentimo-nos culpados quando ganhamos uma grande quantia. Por que isso acontece? 
O autor explica, usando exemplos corriqueiros e pequenas histórias, como nossa mente pode nos pregar peças e bloquear nosso sucesso na vida.

Saiba mais detalhes no vídeo: