sábado, 1 de julho de 2017

Curso Online REPROGRAME SUA MENTE!

Neste mês de Julho de 2017 realizaremos o Curso Online REPROGRAME SUA MENTE!, onde pressupostos da PNL - Programação Neurolinguística, do Coaching e da TCC - Terapia Cognitivo-Comportamental serão estudados, analisados e aplicados de maneira descomplicada e bastante didática. Teremos quatro encontros online com 2h de duração, em um grupo fechado, onde todos os alunos poderão participar pelo chat, tirando dúvidas em tempo real. Cada participante receberá uma apostila em PDF para melhor aproveitamento dos tópicos abordados. Exercícios práticos serão realizados em TODAS as aulas!




Início: 13/07/2017
Término: 03/08/2017
Data das Aulas: 13/07/2017, 20/07/2017, 27/07/2017 e 03/08/2017 (quintas-feiras à noite)
Horário: das 20h30 às 22h30
Carga Horária: 8h
Apostila: em PDF (inclusa)
Certificado: em PDF (incluso)
Investimento: R$ 88,00
Professora: Ligia Guelfi Ormonde
Número de vagas: 20
Inscrições: exclusivamente pelo e-mail ligiaguelfi@outlook.com

Formas de Pagamento: 
1) por depósito bancário ou transferência (escreva para o e-mail acima para receber os dados)

2) Por Paypal

Após ter sua inscrição efetivada, cada participante receberá todas as instruções e a apostila por e-mail. Antes de cada aula, o link para a sala de aula virtual será enviado para acesso. Os links para todas as aulas ficarão disponíveis para que o aluno possa assistir quantas vezes quiser até o dia 03/09/2017.

Conteúdo Programático:

- Introdução à PNL, TCC e Coaching;
- Interpretação e Realidade;
- O Modelo Cognitivo;
- O papel das Crenças e dos Filtros;
- Crenças Distorcidas e Autossabotagem;
- Distorções Cognitivas;
- Identificação de Crenças Centrais;
- Técnicas para a fixação de novas Crenças;
- Afirmações Fortalecedoras;
- Autossugestão Eficiente;
- Técnicas de Visualização Criativa.


INSCRIÇÕES ENCERRADAS!!!!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Bolo Integral de Maçã com Canela


Ingredientes:

- 3 maçãs médias descascadas e picadas em cubo;
- 1/2 xícara (chá) de açúcar;
- 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo integral;
- 5 colheres (sopa) de óleo;
- 3 ovos;
- 1 colher (sopa) de canela em pó;
- 1 colher (sopa) de fermento em pó.

Em uma tigela grande, misture os ovos e o açúcar, formando uma pasta. Acrescente o óleo, a farinha, a canela e o fermento. Por último, adicione as maçãs picadas. Asse em uma forma untada em forno médio (180º) por aproximadamente 40 minutos.

Bom apetite! :)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Pudim de Maria Mole



Ingredientes:
- 2 caixinhas de mistura para Maria Mole;
- 1 lata de leite condensado;
- 2 caixinhas de creme de leite;
- 1 garrafinha de leite de côco.

Modo de fazer:
Dissolva o conteúdo das caixinhas de mistura para Maria Mole em 250g de água fervente. Junte aos outros ingredientes e bata no liquidificador por aproximadamente 3 minutos. Molhe uma forma de silicone, coloque o líquido dentro e leve à geladeira por aproximadamente 6 horas. Está pronto!
Você pode fazer uma calda de frutas para acompanhar o pudim ou servi-lo sozinho. Bom apetite!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O EX-COVARDE - Nelson Rodrigues

Entro na redação e o Marcelo Soares de Moura me chama. Começa: - "Escuta aqui, Nelson. Explica esse mistério." Como havia um mistério, sentei-me. Ele começa: - "Você, que não escrevia sobre política, por que é que agora só escreve sobre política?" Puxo um cigarro, sem pressa de responder. Insiste: - "Nas suas peças não há uma palavra sobre política. Nos seus romances, nos seus contos, nas suas crônicas, não há uma palavra sobre política. E, de repente, você começa suas "confissões". É um violino de uma corda só. Seu assunto é só política. Explica: - Por quê?"

Antes de falar, procuro cinzeiro. Não tem. Marcelo foi apanhar um duas mesas adiante. Agradeço. Calco a brasa do cigarro no fundo do cinzeiro. Digo: - "É uma longa história." O interessante é que outro amigo, o Francisco Pedro do Couto, e um outro, Permínio Ásfora, me fizeram a mesma pergunta. E, agora, o Marcelo me fustigava: - "Por quê?" Quero saber: - "Você tem tempo ou está com pressa?" Fiz tanto suspense que a curiosidade do Marcelo já estava insuportável.

Começo assim a "longa história": - "Eu sou um ex-covarde." O Marcelo ouvia só e eu não parei mais de falar. Disse-lhe que, hoje, é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a tv. Quase tudo e quase todos exalam abjeção.

Marcelo interrompe: - "Somos todos abjetos?" Acendo outro cigarro: - "Nem todos, claro." Expliquei-lhe o óbvio, isto é, que sempre há uma meia dúzia que se salve e só Deus sabe como. "Todas as pressões trabalham para o nosso aviltamento pessoal e coletivo." E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso.

O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. Diria Marcelo que estou fazendo uma caricatura até grosseira. Nem tanto, nem tanto. Mas o medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Fomos nós que fabricamos a "Razão da Idade". Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total.

Sim, os pais têm medo dos filhos, os mestres dos alunos. O medo é tão criminoso que, outro dia, seis ou sete universitários curraram uma colega. A menina saiu de lá de maca, quase de rabecão. No hospital, sofreu um tratamento que foi quase outro estupro. Sobreviveu por milagre. E ninguém disse nada. Nem reitores, nem professores, nem jornalistas, nem sacerdotes, ninguém exalou um modestíssimo pio. Caiu sobre o jovem estupro todo o silêncio da nossa pusilanimidade.

Mas preciso pluralizar. Não há um medo só. São vários medos, alguns pueris, idiotas. O medo de ser reacionário ou de parecer reacionário. Por medo das esquerdas, grã-finas e milionários fazem poses socialistas. Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário. É o medo que faz o Dr. Alceu renegar os dois mil anos da Igreja e pôr nas nuvens a "Grande Revolução" russa. Cuba é uma Paquetá. Pois essa Paquetá dá ordens a milhares de jovens brasileiros. E, de repente, somos ocupados por vietcongs, cubanos, chineses. Ninguém acusa os jovens e ninguém os julga, por medo. Ninguém quer fazer a "Revolução Brasileira". Não se trata de Brasil. Numa das passeatas, propunha-se que se fizesse do Brasil o Vietnã. Por que não fazer do Brasil o próprio Brasil? Ah, o Brasil não é uma pátria, não é uma nação, não é um povo, mas uma paisagem. Há também os que o negam até como valor plástico.

Eu falava e o Marcelo não dizia nada. Súbito, ele interrompe: - "E você? Por que, de repente, você mergulhou na política?" Eu já fumara, nesse meio-tempo, quatro cigarros. Apanhei mais um: - "Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc, etc. Na guerra, ouvi um comunista dizer, antes da invasão da Rússia: - "Hitler é muito mais revolucionário do que a Inglaterra." E eu, por covardia, não disse nada. Sempre achei que a história da "Grande Revolução", que o Dr. Alceu chama de "o maior acontecimento do século XX", sempre achei que essa história era um gigantesco mural de sangue e excremento. Em vida de Stalin, jamais ousei um suspiro contra ele. Por medo, aceitei o pacto germano-soviético. Eu sabia que a Rússia era a antipessoa, o anti-homem. Achava que o Capitalismo, com todos os seus crimes, ainda é melhor do que o Socialismo e sublinho: - do que a experiência concreta do Socialismo.

Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Primeiro, foi em 1929, no dia seguinte ao Natal. Às duas horas da tarde, ou menos um pouco, vi meu irmão Roberto ser assassinado. Era um pintor de gênio, espécie de Rimbaud plástico, e de uma qualidade humana sem igual. Morreu errado ou, por outra, morreu porque era "filho de Mário Rodrigues". E, no velório, sempre que alguém vinha abraçar meu pai, meu pai soluçava: - "Essa bala era para mim." Um mês depois, meu pai morria de pura paixão. Mais alguns anos e meu irmão Joffre morre. Éramos unidos como dois gêmeos. Durante 15 dias, no Sanatório de Correias, ouvi a sua dispnéia. E minha irmã Dorinha. Sua agonia foi leve como a euforia de um anjo. E, depois, foi meu irmão Mário Filho. Eu dizia sempre: - "Ninguém no Brasil escreve como meu irmão Mário." Teve um enfarte fulminante. Bem sei que, hoje, o morto começa a ser esquecido no velório. Por desgraça minha, não sou assim. E, por fim, houve o desabamento de Laranjeiras. Morreu meu irmão Paulinho e, com ele, sua esposa Maria Natália, seus dois filhos, Ana Maria e Paulo Roberto, a sua sogra, D. Marina. Todos morreram, todos, até o último vestígio.

Falei do meu pai, dos meus irmãos e vou falar também de mim. Aos 51 anos, tive uma filhinha que, por vontade materna, chama-se Daniela. Nasceu linda. Dois meses depois, a avó teve uma intuição. Chamou o Dr. Sílvio Abreu Fialho. Este veio, fez todos os exames. Depois, desceu comigo. Conversamos na calçada do meu edifício. Ele foi muito delicado, teve muito tato. Mas disse tudo. Minha filha era cega.

Eis o que eu queria explicar a Marcelo: - depois de tudo que contei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: - "Sou um ex-covarde." É maravilhoso dizer tudo. Para mim, é de um ridículo abjeto ter medo das Esquerdas, ou do Poder Jovem, ou do Poder Velho ou de Mao Tsé-tung, ou de Guevara. Não trapaceio comigo, nem com os outros. Para ter coragem, precisei sofrer muito. Mas a tenho. E se há rapazes que, nas passeatas, carregam cartazes com a palavra "Muerte", já traindo a própria língua; e se outros seguem as instruções de Cuba; e se outros mais querem odiar, matar ou morrer em espanhol - posso chamá-los, sem nenhum medo, de "jovens canalhas".
(Nelson Rodrigues)


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Resenha: MENTES CONSUMISTAS - Ana Beatriz Barbosa Silva

Nesta semana terminei de ler o livro MENTES CONSUMISTAS, da médica psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva. Decidi ler a obra porque me interesso por Psicologia e por Marketing, e os distúrbios do espectro do TOC me atraem bastante, já que adoro a TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental), abordagem terapêutica que mais produz resultados positivos hoje em dia no tratamento de compulsões e afins. Entretanto, fiquei um pouco decepcionada com a leitura. Tive a impressão de que o livro todo foi um repeteco das aulas de doutrinação marxista que tive no colégio e na faculdade e, no final, não aprendi nada novo sobre o tema "Compulsão por Compras". Fiquei triste! :(




Ao longo da obra, a autora expõe os malefícios do Capitalismo e da sociedade consumista atual. Explicou em detalhes como o sistema impele as pessoas a comprarem cada vez mais, preenchendo seu vazio interior com produtos que as campanhas publicitárias afirmam serem imprescindíveis para nossa felicidade. Falou sobre o fascínio que os shoppings centers exercem sobre os seres humanos e sobre a auto-exposição das pessoas nas redes sociais. Enfim, a impressão que tive é que somos todos seres acéfalos, sem senso crítico e sem vontade própria, prestes a sucumbir à próxima campanha publicitária que os malvados marketeiros elaboraram para nos dominar.
Ok, concordo que a sociedade é injusta, que existem pessoas que consomem muito mais do que necessitam e que é evidente que hoje em dia a maioria dos humanos se importa muito mais com sua aparência do que com sua essência. Mas será que TODOS são assim? Será que as pessoas são tão bobas, tão inocentes, tão prontas a serem enganadas, sem menor senso crítico? Será que ter o prazer de comprar algo pelo qual você trabalhou MUITO é um pecado tão grande, tão abominável? E será que o dinheiro é tão nojento assim? Sei lá... Achei tudo muito radical, muito extremo.
Fiquei esperando ansiosamente a parte onde as estratégias terapêuticas ligadas à TCC seriam discutidas, mas tivemos apenas um TOP 10 muito sucinto dando pequenas "dicas" para as pessoas que suspeitam ter uma compulsão por compras. Fiquei esperando alguns estudos de caso, mas não houve nenhum. Enfim, pra mim o livro foi mais um tratado sociológico/cultural/econômico do que uma discussão mais prática sobre o tema "Mentes Consumistas".
Apesar dessas ressalvas, a autora escreve bem. Usa o estilo coloquial de maneira simples, altamente compreensível, utiliza algumas metáforas criativas e, através de seu texto, fica evidente que se trata de uma pessoa de ampla cultura. O livro é interessante mas não entregou o que prometeu, ou seja, maiores esclarecimentos a respeito do tema. É uma pena!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Qual é o problema da INGRATIDÃO?

Atualmente, está muito na moda a palavra GRATIDÃO. Diversas filosofias orientais têm discorrido a respeito dos benefícios de sermos gratos às coisas e pessoas que passam por nossas vidas, sejam elas boas ou ruins. Concordo que devemos ser gratos e agradecer a tudo aquilo que nos acontece, pois mesmo os eventos vistos como "negativos" trazem consigo suas lições e oportunidades de aprendizado.
Porém, qual é o problema em ser ingrato? Algo de ruim pode nos acontecer caso nos esqueçamos de agradecer?



Pensando nessa questão por uma abordagem mais cognitiva, o fato de agradecer às coisas muda nosso foco, fazendo com que uma grande tragédia ou dificuldade seja vista de maneira mais tranquila. Se acontece algo de grave comigo, ajusto o meu foco de interpretação para algo mais fortalecedor, não me deixando levar pela depressão, pelo rancor ou pela revolta. Vendo os eventos de maneira mais otimista, mas sem distorcer a realidade, consigo reunir meus recursos internos para dar a volta por cima.

E quando escolho interpretar tudo da pior maneira possível? Quando decido ver tudo de maneira negativa, sempre colocando meu foco naquilo que está ruim, naquilo que está faltando? O que posso esperar?
É evidente que me sentirei péssima, revoltada, desgostosa, sempre achando que a vida é injusta comigo. Quando decido focar no pior, não posso esperar sentir paz, alegria ou tranquilidade. É lógico que estarei programando a minha mente para me sentir absolutamente miserável, numa postura vitimista e rancorosa.

A Terapia Cognitivo-Comportamental diz que a Depressão possui um tripé básico. A pessoa deprimida:
1) Vê a si mesma com uma visão extremamente negativa: sente culpa, rancor, desprezo e aversão por quem é;
2) Vê o mundo e as outras pessoas como algo horrível, perigoso e indigno de confiança;
3) Não acredita que o futuro possa ser positivo ou feliz.
Pronto! Temos aí a receita para a Depressão!




E o que a Ingratidão tem a ver com isso?
Se você vê tudo de maneira negativa, não conseguindo relaxar e aproveitar os pequenos momentos de felicidade que ocorrem de vez em quando, certamente se tornará uma pessoa vulnerável à Depressão. Pessoas que não se contentam com o que têm, que sempre colocam um "porém" em qualquer coisa, dificilmente se sentirão plenas e satisfeitas algum dia. Por exemplo: imagine uma pessoa que vai viajar para uma bela praia. No caminho até o local, ela se concentra em tudo de negativo que puder acontecer: o trânsito carregado, o calor dentro do carro, a vontade de fazer xixi, a longa fila do caixa do posto de gasolina, a música ruim que está tocando no rádio, a distância de casa até o litoral e por aí vai. Chegando lá, não consegue relaxar e curtir o lugar. Vai ficar procurando mais defeitos em tudo e em todos. Caso as acomodações sejam satisfatórias e tudo esteja fluindo a contento, nossa personagem vai dar um jeito de arranjar uma briguinha com alguém. Ou seja, sempre vai haver um defeito, uma falha, um problema, algo muito irritante que a pessoa fará QUESTÃO de expressar em voz alta! O indivíduo se torna um rabugento profissional!

Pessoas mais tolerantes à frustração conseguem se concentrar no lado positivo das coisas e situações de maneira mais fácil. Já as pessoas que foram mimadas, que se acham especiais demais para viver como os outros mortais vivem, sempre exigindo que tudo esteja perfeito para que elas se sintam satisfeitas, tenderão a reclamar mais e mais e mais, sempre deixando claro seu descontentamento e desprazer.

O que fazer, então?
Se você se identificou com essa postura negativista, tente agradecer as pequenas coisas que lhe acontecem, por menores que elas sejam. Agradeça ao café saboroso que está à sua frente, agradeça ao fato de ter pernas e braços perfeitos, agradeça a chance de poder tomar banho todos os dias. Resista ao impulso de reclamar, criticar, desmerecer. Tente perceber que a vida não é só feita de prazeres, alegrias, diversões. Fazer as coisas chatas, rotineiras, burocráticas não é nada de mais, é apenas a prova de que você é uma pessoa comum, como todas as outras. Acostume-se a receber um NÃO de vez em quando, isso não é nenhuma tragédia. Agindo assim, você levará a vida com mais leveza e disposição para superar as contrariedades que acontecem para todos nós, seres humanos. Perceba que desenvolver o hábito da Gratidão não é uma bobagem filosófica da moda, mas sim uma estratégia de Inteligência Emocional que pode poupar a você e às pessoas que lhe rodeiam muito sofrimento e diversos desentendimentos!